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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Lionel Messi uma fraude do marketing com aval da FIFA http://youtu.be/8_HGN7TCTE4 @Reinaldo_Cruz

Lionel Messi é mesmo o melhor jogador do Mundo ou só mais um produto de marketing?
Lionel Messi é mesmo o melhor do Mundo ou só mais uma fraude forjada por um bom plano de marketing?
Não eu não vou forçar uma barra e nem tenho a pretensão de pensar que a maioria esteja equivocada e eu seja o único que sabe das coisas. Não, não é isso que este texto quer de você e dos amantes do bom futebol.
Eu poderia ficar aqui expondo meus pontos de vista e ser contestado pelas opiniões, mas quero apenas fazer três colocações para coloca-los a pensar se os argumentos têm ou não sentido de ser.
Sou de um tempo em que o jogador para ser considerado um craque fora de série, ele precisava fazer algo mágico em campo, fazer diferença nas partidas, principalmente quando a coisa estivesse muito complicada.
Não podia ser um jogador que fizesse apenas muitos gols, o craque tinha que decidir, fazer muitos gols não era necessariamente um requisito básico para ser uma fera, mas tinha que aparecer nos jogos importantes e fazer aqueles gols decisivos que ficam marcados na memória do torcedor.
Tenho quase 42 anos, acredito que bem vividos, vi muitas feras jogar em mais de três décadas apreciando futebol no Brasil e no Mundo. Aqueles que são mais antigos, como eu, sabemos do que eu estou falando.
Se marcar muitos gols fosse o diferencial, Dadá Maravilha teria sido um craque maior que Tostão, Ademir Da Guia ou Gerson. Mas não é isso que faz o jogador virar gênio e marcar a história.
Eu que vi, ao vivo, atuações memoráveis de Zico, Falcão, Sócrates, Eder Aleixo, Romário, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho, antes de ficar milionário e mascarado, além de ter visto muito pela TV, jogadores do nível de Marco Van Basten, Michel Platini, Roberto Baggio, Diego Maradona, Jurgen klismmann e Zinedine Zidane, que em minha opinião foi o último fora de série do futebol Mundial.
Não consigo ver esse neste tal Messi, algo que justifique ele ser eleito três vezes e de forma consecutiva, o melhor jogador do ano na eleição da FIFA. Alguém pode dizer, espera aí Rei, você só pode estar de brincadeira. Não estou, e acho que quem está de deboche com o futebol é a própria FIFA.
Tenho três razões para justificar meu ponto de vista, vamos a elas:
A primeira é que um jogador para ser eleito o melhor de todos, precisava ganhar no ano os títulos, mais importantes da modalidade. Em 2010, o Barcelona de Messi, havia sido eliminado da Champions League nas semifinais pelo Internazionale de Milão, que acabou campeão. Messi não resolveu a partida, que foi disputada no Camp Nou, casa do Barça.
Snaider, o holandês, jogou muito nesta e na decisão.
Em 2010 o campeonato mais importante era a Copa do Mundo da África do Sul, a Argentina de Messi não passou das quartas de final e Messi sequer marcou um golzinho, enquanto alguns de seus companheiros de clube defenderam a Espanha e foram campeões do Mundo.
Na eleição da FIFA, o melhor jogador do ano, foi aquele que não conquistou os títulos mais importantes e sequer fez um gol no Mundial. Ele mesmo, Lionel Messi.
A razão número dois é o próprio conjunto do time Catalão, o time é tão bom, que jogadores comuns são capazes de se destacar entre as feras e por que só Messi é visto e festejado? Como disse no inicio a justificativa de que ele faz muitos gols não deveria ser o principal requisito para vencer a eleição da FIFA.
Claro que não estou louco de dizer que Lionel é um jogadorzinho comum, longe disso, mas quando joga na seleção de seu país, ele não rende como no time da Catalunha e são cada vez mais raros, os momentos em que ele faz a diferença em prol dos Hermanos. Na última Copa América, disputada na Argentina, a seleção anfitriã contava com um jogador eleito duas vezes o melhor do Planeta, mas que não foi capaz de decidir e os Argentinos sequer passaram do primeiro mata-mata que tiveram na competição. Pior é que Messi não fez nem um golzinho na competição
Na eleição da FIFA não foi Diego Fórlan, Herói do Uruguai, quem ganhou e muito menos Xavi ou Iniesta que jogaram muito na conquista da Champions League. O eleito, e de forma incompreensível para mim foi Lionel Messi.
Talvez o terceiro motivo só os analistas ou apreciadores da técnica e da tática vão compreender. Como pode ser chamado de “Gênio” e aclamado o maior da história, um jogador que corre olhando para a bola, que nas competições mais importantes não aparece e que por fim só joga “horrores” em um time que só tem foras de série e um conjunto perfeito.
Você acha justo isso?
Nos anos 1980 o rebelde Maradona deixou esse mesmo Barcelona para ir atuar no pequeno Nápoli da Itália, a sua genialidade fez do time napolitano uma vencedora e a cidade de Nápoles foi inserida no mapa mundi do futebol por ele. Diego Maradona nesta fase italiana conseguiu chegar a duas finais consecutivas de Copa do Mundo, ganhando uma delas praticamente sozinho.
O que Messi teria feito de tão extraordinário para merecer estar entre as lendas do futebol Mundial com este ar de superioridade?
Quantos títulos importantes (Copa do Mundo ou Copa América) com a seleção argentina ele conquistou para ser melhor que Maradona?
Um jogador habilidoso, malabarista com a bola nos pés, goleador ou disciplinado taticamente, Messi tem todas estas qualidades, mas que perdoem os que gostam e enaltece o Argentino, nenhuma destas qualidades é suficiente para que ele mereça a coroa de melhor do Mundo sem as conquistas importantes.
Alguém pode contestar e argumentar que ele vence Copas do Rei, campeonatos espanhóis e Champions League. Para todas estas competições há premiações aos melhores dadas pelas federações organizadoras.
O prêmio da FIFA deveria ter como critério e requisito básico, o que o jogador faz nas competições em que atua por seu país. Claro que não precisa menosprezar as outras conquistas, mas...
Lionel Messi é a maior fraude da história do futebol e tem o endosso da FIFA para tanto. Seu projeto de marketing é extraordinário e dá a ele a condição de figurar entre os gigantes e os semideuses da bola, sem, contudo deixar de ser uma mera pulga de sorte.



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