Assuntos de Goiás TV

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Recife adere à greve geral


Teve início, à 0h desta sexta-feira (28), a greve geral organizada pelas centrais sindicais contra a ampliação da terceirização e as reformas da Previdência e Trabalhista.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

STF nega recurso do Flamengo, e Sport segue único campeão de 1987 | Clubes do Brasil



A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta terça-feira (18) o recurso do Flamengo contra a decisão da Corte que garantiu ao Sport o direito de ser o único campeão brasileiro de 1987 reconhecido pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Por 3 votos a 1, o clube de Recife foi mantido como o vencedor da competição.

O caso estava parado desde agosto de 2016, quando o ministro Luís Roberto Barroso pediu vistas ao processo e suspendeu o julgamento. Ele votou para que o título fosse dividido entre os clubes. Relator do caso e torcedor do Flamengo, o ministro Marco Aurélio votou contra o recurso do time de coração.  


Os ministros Alexandre de Moraes e Rosa Weber também deram posição contrária. O ministro Luiz Fux se declarou impedido de participar do julgamento. Rodrigo Fux, seu filho, foi o advogado do Flamengo na ação.

O Flamengo informou que aguardará a publicação da decisão para avaliar se caberá novo recurso. 
"Nossa posição em busca do reconhecimento segue firme, uma vez que ganhamos o título no campo", afirmou o vice-jurídico, Flávio Willeman.

Já o presidente do Sport, Arnaldo de Barros, celebrou mais uma conquista do clube sobre o Rubro-negro carioca nos tribunais. "Era uma pretensão esdrúxula do Flamengo. Queriam afrontar a coisa julgada que é protegida constitucionalmente. Desejavam subverter as decisões que ocorreram inclusive no STF para fazer valer um acordo, um conchavo político que tinha havido anteriormente. Mas o STF soube rechaçar e colocar em ordem os valores institucionais", encerrou o mandatário.

Entenda o caso

Em 1987, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) atravessava grave crise financeira e se declarou incapaz de organizar o Campeonato Brasileiro. 
A partir daí, a Copa União foi organizada pelo Clube dos 13 com as principais equipes do país.

Na sequência, porém, a CBF resolveu fazer um campeonato com os clubes que ficaram de fora da Copa União. Os times foram divididos em dois módulos, o Verde (Clube dos 13) e o Amarelo (equipes reunidas pela entidade).

Flamengo e Internacional, campeão e vice do Módulo Verde, se recusaram a jogar um quadrangular final contra Sport e Guarani, campeão e vice do Módulo Amarelo. A polêmica se arrastou desde entã
o.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

STF nega recurso do Flamengo, e Sport segue único campeão de 1987 | Clubes do Brasil



A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta terça-feira (18) o recurso do Flamengo contra a decisão da Corte que garantiu ao Sport o direito de ser o único campeão brasileiro de 1987 reconhecido pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Por 3 votos a 1, o clube de Recife foi mantido como o vencedor da competição.

O caso estava parado desde agosto de 2016, quando o ministro Luís Roberto Barroso pediu vistas ao processo e suspendeu o julgamento. Ele votou para que o título fosse dividido entre os clubes. Relator do caso e torcedor do Flamengo, o ministro Marco Aurélio votou contra o recurso do time de coração.  


Os ministros Alexandre de Moraes e Rosa Weber também deram posição contrária. O ministro Luiz Fux se declarou impedido de participar do julgamento. Rodrigo Fux, seu filho, foi o advogado do Flamengo na ação.

O Flamengo informou que aguardará a publicação da decisão para avaliar se caberá novo recurso. 
"Nossa posição em busca do reconhecimento segue firme, uma vez que ganhamos o título no campo", afirmou o vice-jurídico, Flávio Willeman.

Já o presidente do Sport, Arnaldo de Barros, celebrou mais uma conquista do clube sobre o Rubro-negro carioca nos tribunais. "Era uma pretensão esdrúxula do Flamengo. Queriam afrontar a coisa julgada que é protegida constitucionalmente. Desejavam subverter as decisões que ocorreram inclusive no STF para fazer valer um acordo, um conchavo político que tinha havido anteriormente. Mas o STF soube rechaçar e colocar em ordem os valores institucionais", encerrou o mandatário.

Entenda o caso

Em 1987, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) atravessava grave crise financeira e se declarou incapaz de organizar o Campeonato Brasileiro. 
A partir daí, a Copa União foi organizada pelo Clube dos 13 com as principais equipes do país.

Na sequência, porém, a CBF resolveu fazer um campeonato com os clubes que ficaram de fora da Copa União. Os times foram divididos em dois módulos, o Verde (Clube dos 13) e o Amarelo (equipes reunidas pela entidade).

Flamengo e Internacional, campeão e vice do Módulo Verde, se recusaram a jogar um quadrangular final contra Sport e Guarani, campeão e vice do Módulo Amarelo. A polêmica se arrastou desde entã
o.

terça-feira, 25 de abril de 2017

STF nega recurso do Flamengo, e Sport segue único campeão de 1987 | Clubes do Brasil



A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta terça-feira (18) o recurso do Flamengo contra a decisão da Corte que garantiu ao Sport o direito de ser o único campeão brasileiro de 1987 reconhecido pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Por 3 votos a 1, o clube de Recife foi mantido como o vencedor da competição.

O caso estava parado desde agosto de 2016, quando o ministro Luís Roberto Barroso pediu vistas ao processo e suspendeu o julgamento. Ele votou para que o título fosse dividido entre os clubes. Relator do caso e torcedor do Flamengo, o ministro Marco Aurélio votou contra o recurso do time de coração.  


Os ministros Alexandre de Moraes e Rosa Weber também deram posição contrária. O ministro Luiz Fux se declarou impedido de participar do julgamento. Rodrigo Fux, seu filho, foi o advogado do Flamengo na ação.

O Flamengo informou que aguardará a publicação da decisão para avaliar se caberá novo recurso. 
"Nossa posição em busca do reconhecimento segue firme, uma vez que ganhamos o título no campo", afirmou o vice-jurídico, Flávio Willeman.

Já o presidente do Sport, Arnaldo de Barros, celebrou mais uma conquista do clube sobre o Rubro-negro carioca nos tribunais. "Era uma pretensão esdrúxula do Flamengo. Queriam afrontar a coisa julgada que é protegida constitucionalmente. Desejavam subverter as decisões que ocorreram inclusive no STF para fazer valer um acordo, um conchavo político que tinha havido anteriormente. Mas o STF soube rechaçar e colocar em ordem os valores institucionais", encerrou o mandatário.

Entenda o caso

Em 1987, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) atravessava grave crise financeira e se declarou incapaz de organizar o Campeonato Brasileiro. 
A partir daí, a Copa União foi organizada pelo Clube dos 13 com as principais equipes do país.

Na sequência, porém, a CBF resolveu fazer um campeonato com os clubes que ficaram de fora da Copa União. Os times foram divididos em dois módulos, o Verde (Clube dos 13) e o Amarelo (equipes reunidas pela entidade).

Flamengo e Internacional, campeão e vice do Módulo Verde, se recusaram a jogar um quadrangular final contra Sport e Guarani, campeão e vice do Módulo Amarelo. A polêmica se arrastou desde entã
o.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

STF nega recurso do Flamengo, e Sport segue único campeão de 1987 | Clubes do Brasil



A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta terça-feira (18) o recurso do Flamengo contra a decisão da Corte que garantiu ao Sport o direito de ser o único campeão brasileiro de 1987 reconhecido pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Por 3 votos a 1, o clube de Recife foi mantido como o vencedor da competição.

O caso estava parado desde agosto de 2016, quando o ministro Luís Roberto Barroso pediu vistas ao processo e suspendeu o julgamento. Ele votou para que o título fosse dividido entre os clubes. Relator do caso e torcedor do Flamengo, o ministro Marco Aurélio votou contra o recurso do time de coração.  


Os ministros Alexandre de Moraes e Rosa Weber também deram posição contrária. O ministro Luiz Fux se declarou impedido de participar do julgamento. Rodrigo Fux, seu filho, foi o advogado do Flamengo na ação.

O Flamengo informou que aguardará a publicação da decisão para avaliar se caberá novo recurso. 
"Nossa posição em busca do reconhecimento segue firme, uma vez que ganhamos o título no campo", afirmou o vice-jurídico, Flávio Willeman.

Já o presidente do Sport, Arnaldo de Barros, celebrou mais uma conquista do clube sobre o Rubro-negro carioca nos tribunais. "Era uma pretensão esdrúxula do Flamengo. Queriam afrontar a coisa julgada que é protegida constitucionalmente. Desejavam subverter as decisões que ocorreram inclusive no STF para fazer valer um acordo, um conchavo político que tinha havido anteriormente. Mas o STF soube rechaçar e colocar em ordem os valores institucionais", encerrou o mandatário.

Entenda o caso

Em 1987, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) atravessava grave crise financeira e se declarou incapaz de organizar o Campeonato Brasileiro. 
A partir daí, a Copa União foi organizada pelo Clube dos 13 com as principais equipes do país.

Na sequência, porém, a CBF resolveu fazer um campeonato com os clubes que ficaram de fora da Copa União. Os times foram divididos em dois módulos, o Verde (Clube dos 13) e o Amarelo (equipes reunidas pela entidade).

Flamengo e Internacional, campeão e vice do Módulo Verde, se recusaram a jogar um quadrangular final contra Sport e Guarani, campeão e vice do Módulo Amarelo. A polêmica se arrastou desde entã
o.

domingo, 9 de abril de 2017

Fiel da balança Odebrecht destrói Governos no Brasil e acaba com a tranquilidade no meio Político – Politica



O empreiteiro também afirmou que as tratativas para os pagamentos teriam sido feitas entre o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o executivo Cláudio Melo Filho. 

O depoimento complica ainda mais a situação de Padilha, que já havia sido citado pelo ex-assessor presidencial José Yunes na semana passada como sendo intermediário nos repasses de propina.

 Amigo de longa data de Temer, Yunes afirmou que o ministro o usou de “mula” para receber pagamentos irregulares – um pacote de dinheiro foi entregue pelo peemedebista em seu escritório na capital paulista. 
 Leia mais... Depoimento de Marcelo Odebrecht complica Temer e ministro | Brasil | EL PAÍS Brasil

sábado, 8 de abril de 2017

Fiel da balança Odebrecht destrói Governos no Brasil e acaba com a tranquilidade no meio Político – Politica



O empreiteiro também afirmou que as tratativas para os pagamentos teriam sido feitas entre o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o executivo Cláudio Melo Filho. 

O depoimento complica ainda mais a situação de Padilha, que já havia sido citado pelo ex-assessor presidencial José Yunes na semana passada como sendo intermediário nos repasses de propina.

 Amigo de longa data de Temer, Yunes afirmou que o ministro o usou de “mula” para receber pagamentos irregulares – um pacote de dinheiro foi entregue pelo peemedebista em seu escritório na capital paulista. 
 Leia mais... Depoimento de Marcelo Odebrecht complica Temer e ministro | Brasil | EL PAÍS Brasil

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Tancredo Neves deve estar se revirando no túmulo de vegonha dos netos, Andreia e Aécio Neves, que receberam propina da Odebrecht, diz Veja

Ontem teve denuncia do MP contra Marconi Perillo, Fernando Cavendish e Cachoeira. Foi notícia em toda imprensa nacional nesta Sexta Feira, mas não foi assunto que merecesse as manchetes para os jornalistas goianos.

A notícia sobre Aécio Neves de que teria recebido R$ 70 milhões e não R$ 50 milhões como teriam sido revelados anteriormente, ainda vai estourar nas redes sociais depois que a Veja publicar sua edição deste final de semana. Em trecho da matéria, a revista diz "foram repassados ao senador depois que a Odebrecht venceu o leilão para a construção da hidrelétrica de Santo Antônio, em dezembro de 2007. A afirmação, que já veio a público, foi feita pelo ex-presidente da construtora Marcelo Odebrecht em depoimento ao TSE, na ação que julga a chapa Dilma-Temer. Além da Odebrecht, fizeram parte do consórcio vencedor da obra fundos de investimento, a Cemig e Furnas. Em sua delação, antecipada pelo jornal Folha de S.Paulo no mês passado e confirmada por VEJA, Marcelo Odebrecht declarou que decidiu repassar os 50 milhões ao tucano porque queria ter uma boa relação com as duas sócias da usina sobre as quais Aécio tinha influência — a Cemig, estatal mineira que na época era controlada pelo tucano, e Furnas."
Enquanto Marconi Perillo vai vendo seu projeto nacional fazer água, a mídia goiana prefere elogiar o "programa de investimento" para terminar obras que vem sendo paralisadas pelo próprio governo a quase 20 anos. Os patrões das empresas de comunicação em Goiás tem muito a comemorar, já que ninguém vai se importar de ver as obras começar e parar de novo, isso se as peças publicitárias do Governo estiverem retratando fielmente um Goiás de Faz de Contas.

Enquanto por aqui todos aguardam o "show de propaganda" institucional do Governo Marconi, aquela que tem o intuito de transformar o inferno em paraíso, o castelo de areia de Aécio Neves vai aos poucos se desmanchando, os caciques do PSDB vão aos poucos se curvando ao populismo de João Doria, que não tem feito nada de extraordinário em São Paulo, mas tem feito ações que atraem a mídia, expondo os atributos positivos de sua gestão, sem ser eminência parda do dos velhos lideres e muito menos ter a sua gestão enlameada por denúncias de corrupção e improbidade.
 
 Fonte: Odebrecht depositou propina para Aécio em NY, diz delator | VEJA.com

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Tancredo Neves deve estar se revirando no túmulo de vegonha dos netos, Andreia e Aécio Neves, que receberam propina da Odebrecht, diz Veja

Ontem teve denuncia do MP contra Marconi Perillo, Fernando Cavendish e Cachoeira. Foi notícia em toda imprensa nacional nesta Sexta Feira, mas não foi assunto que merecesse as manchetes para os jornalistas goianos.

A notícia sobre Aécio Neves de que teria recebido R$ 70 milhões e não R$ 50 milhões como teriam sido revelados anteriormente, ainda vai estourar nas redes sociais depois que a Veja publicar sua edição deste final de semana. Em trecho da matéria, a revista diz "foram repassados ao senador depois que a Odebrecht venceu o leilão para a construção da hidrelétrica de Santo Antônio, em dezembro de 2007. A afirmação, que já veio a público, foi feita pelo ex-presidente da construtora Marcelo Odebrecht em depoimento ao TSE, na ação que julga a chapa Dilma-Temer. Além da Odebrecht, fizeram parte do consórcio vencedor da obra fundos de investimento, a Cemig e Furnas. Em sua delação, antecipada pelo jornal Folha de S.Paulo no mês passado e confirmada por VEJA, Marcelo Odebrecht declarou que decidiu repassar os 50 milhões ao tucano porque queria ter uma boa relação com as duas sócias da usina sobre as quais Aécio tinha influência — a Cemig, estatal mineira que na época era controlada pelo tucano, e Furnas."
Enquanto Marconi Perillo vai vendo seu projeto nacional fazer água, a mídia goiana prefere elogiar o "programa de investimento" para terminar obras que vem sendo paralisadas pelo próprio governo a quase 20 anos. Os patrões das empresas de comunicação em Goiás tem muito a comemorar, já que ninguém vai se importar de ver as obras começar e parar de novo, isso se as peças publicitárias do Governo estiverem retratando fielmente um Goiás de Faz de Contas.

Enquanto por aqui todos aguardam o "show de propaganda" institucional do Governo Marconi, aquela que tem o intuito de transformar o inferno em paraíso, o castelo de areia de Aécio Neves vai aos poucos se desmanchando, os caciques do PSDB vão aos poucos se curvando ao populismo de João Doria, que não tem feito nada de extraordinário em São Paulo, mas tem feito ações que atraem a mídia, expondo os atributos positivos de sua gestão, sem ser eminência parda do dos velhos lideres e muito menos ter a sua gestão enlameada por denúncias de corrupção e improbidade.
 
 Fonte: Odebrecht depositou propina para Aécio em NY, diz delator | VEJA.com

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Fiel da balança Odebrecht destrói Governos no Brasil e acaba com a tranquilidade no meio Político – Politica



O empreiteiro também afirmou que as tratativas para os pagamentos teriam sido feitas entre o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o executivo Cláudio Melo Filho. 

O depoimento complica ainda mais a situação de Padilha, que já havia sido citado pelo ex-assessor presidencial José Yunes na semana passada como sendo intermediário nos repasses de propina.

 Amigo de longa data de Temer, Yunes afirmou que o ministro o usou de “mula” para receber pagamentos irregulares – um pacote de dinheiro foi entregue pelo peemedebista em seu escritório na capital paulista. 
 Leia mais... Depoimento de Marcelo Odebrecht complica Temer e ministro | Brasil | EL PAÍS Brasil

terça-feira, 4 de abril de 2017

Tancredo Neves deve estar se revirando no túmulo de vegonha dos netos, Andreia e Aécio Neves, que receberam propina da Odebrecht, diz Veja

Ontem teve denuncia do MP contra Marconi Perillo, Fernando Cavendish e Cachoeira. Foi notícia em toda imprensa nacional nesta Sexta Feira, mas não foi assunto que merecesse as manchetes para os jornalistas goianos.

A notícia sobre Aécio Neves de que teria recebido R$ 70 milhões e não R$ 50 milhões como teriam sido revelados anteriormente, ainda vai estourar nas redes sociais depois que a Veja publicar sua edição deste final de semana. Em trecho da matéria, a revista diz "foram repassados ao senador depois que a Odebrecht venceu o leilão para a construção da hidrelétrica de Santo Antônio, em dezembro de 2007. A afirmação, que já veio a público, foi feita pelo ex-presidente da construtora Marcelo Odebrecht em depoimento ao TSE, na ação que julga a chapa Dilma-Temer. Além da Odebrecht, fizeram parte do consórcio vencedor da obra fundos de investimento, a Cemig e Furnas. Em sua delação, antecipada pelo jornal Folha de S.Paulo no mês passado e confirmada por VEJA, Marcelo Odebrecht declarou que decidiu repassar os 50 milhões ao tucano porque queria ter uma boa relação com as duas sócias da usina sobre as quais Aécio tinha influência — a Cemig, estatal mineira que na época era controlada pelo tucano, e Furnas."
Enquanto Marconi Perillo vai vendo seu projeto nacional fazer água, a mídia goiana prefere elogiar o "programa de investimento" para terminar obras que vem sendo paralisadas pelo próprio governo a quase 20 anos. Os patrões das empresas de comunicação em Goiás tem muito a comemorar, já que ninguém vai se importar de ver as obras começar e parar de novo, isso se as peças publicitárias do Governo estiverem retratando fielmente um Goiás de Faz de Contas.

Enquanto por aqui todos aguardam o "show de propaganda" institucional do Governo Marconi, aquela que tem o intuito de transformar o inferno em paraíso, o castelo de areia de Aécio Neves vai aos poucos se desmanchando, os caciques do PSDB vão aos poucos se curvando ao populismo de João Doria, que não tem feito nada de extraordinário em São Paulo, mas tem feito ações que atraem a mídia, expondo os atributos positivos de sua gestão, sem ser eminência parda do dos velhos lideres e muito menos ter a sua gestão enlameada por denúncias de corrupção e improbidade.
 
 Fonte: Odebrecht depositou propina para Aécio em NY, diz delator | VEJA.com

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Fiel da balança Odebrecht destrói Governos no Brasil e acaba com a tranquilidade no meio Político – Politica



O empreiteiro também afirmou que as tratativas para os pagamentos teriam sido feitas entre o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o executivo Cláudio Melo Filho. 

O depoimento complica ainda mais a situação de Padilha, que já havia sido citado pelo ex-assessor presidencial José Yunes na semana passada como sendo intermediário nos repasses de propina.

 Amigo de longa data de Temer, Yunes afirmou que o ministro o usou de “mula” para receber pagamentos irregulares – um pacote de dinheiro foi entregue pelo peemedebista em seu escritório na capital paulista. 
 Leia mais... Depoimento de Marcelo Odebrecht complica Temer e ministro | Brasil | EL PAÍS Brasil

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