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terça-feira, 6 de junho de 2017

Delator da JBS cita Governador de Goiás | Questão Brasil



Pouca gente tem duvidas que o Governador de Goiás poderá virar um novo Sérgio Cabral após terminar seu mandato. Delações da Odebrecht e agora da JBS colocam o Governador de Goiás cada vez mais suspeito de ser um político corrupto, tanto quanto tem se revelado o Sr Sérgio Cabral. Uma pena para os goianos.
 

Prisão de Henrique Eduardo Alves tira Temer da zona de conforto





Neste compasso de espera, a gestão peemedebista usa quatro estratégias para segurar seus aliados: 1) liberou 168,2 milhões de reais em emendas parlamentares; 2) sinalizou aos ruralistas que reduzirá a alíquota do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) e renegociará as dívidas deles por meio de uma medida provisória; 3) afrouxou as regras do Programa de Recuperação Fiscal (Refis) para empresas com débitos com a União e; 4) agilizou a entrega de concessões de serviço de radiodifusão pelo interior do país.

“Desde que estourou a delação da JBS o plenário da Câmara parece um pátio de presídio na hora de banho de sol. Cada um está tramando com o colega uma maneira de se dar bem”, criticou o deputado Major Olímpio Gomes. Filiado ao Solidariedade, legenda que está dividida entre o apoio e o rompimento com o Governo Temer, Olímpio diz que boa parte de seus colegas no Legislativo estão aguardando apenas a “missa de corpo presente” do peemedebista, mas até lá vão se aproveitar do máximo que puderem.



Informações do site El País

GLOBO ESPORTE PERNAMBUCO - 06/06/2017 - TERÇA FEIRA

Apresentação de Patrick e Sander no Sport

Delação da JBS pode provocar tsunami em Goiás



Pouca gente tem duvidas que o Governador de Goiás poderá virar um novo Sérgio Cabral após terminar seu mandato. Delações da Odebrecht e agora da JBS colocam o Governador de Goiás cada vez mais suspeito de ser um político corrupto, tanto quanto tem se revelado o Sr Sérgio Cabral. Uma pena para os goianos.
 

Prisão de Henrique Eduardo Alves tira Temer da zona de conforto





Neste compasso de espera, a gestão peemedebista usa quatro estratégias para segurar seus aliados: 1) liberou 168,2 milhões de reais em emendas parlamentares; 2) sinalizou aos ruralistas que reduzirá a alíquota do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) e renegociará as dívidas deles por meio de uma medida provisória; 3) afrouxou as regras do Programa de Recuperação Fiscal (Refis) para empresas com débitos com a União e; 4) agilizou a entrega de concessões de serviço de radiodifusão pelo interior do país.

“Desde que estourou a delação da JBS o plenário da Câmara parece um pátio de presídio na hora de banho de sol. Cada um está tramando com o colega uma maneira de se dar bem”, criticou o deputado Major Olímpio Gomes. Filiado ao Solidariedade, legenda que está dividida entre o apoio e o rompimento com o Governo Temer, Olímpio diz que boa parte de seus colegas no Legislativo estão aguardando apenas a “missa de corpo presente” do peemedebista, mas até lá vão se aproveitar do máximo que puderem.



Informações do site El País

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